Hugo Iurcovich participa da Feira Internacional do Livro da Argentina

Versão em espanhol do livro ‘Búzios Espiritualidade – o portal do novo mundo’ foi destaque durante o evento

O autor Hugo Iurcovich, conhecido por seu nome espiritual Hudryk, apresentou na 47ª edição da Feira Internacional do Livro de Buenos Aires, na Argentina, a versão em espanhol do livro Búzios Espiritualidade – o portal do novo mundo (Búzios Espiritualidad – El portal de nuevo mundo). A Feira do Livro é um dos eventos culturais mais importantes do mundo e acontece na capital Buenos Aires até o dia 15 de maio, proporcionando vários encontros, histórias, conferências e diversos stands.

A obra relata as experiências e percepções vívidas por Hugo e um grupo de amigos experimentados nas práticas espirituais, como Janis Roze, Amanda Bernal, Luciana Videla, entre outras pessoas de diversas partes do mundo, na Praia das Caravelas, em Búzios.

Nascido em Tucumán, na Argentina, Hugo, estudou engenheira e é empresário por atuação desde muito jovem, morando e trabalhando em Búzios há cerca de 40 anos. Mas há um aspecto mais profundo de sua vida que desenvolve por décadas sob o pseudônimo de Hudryk, uma vida espiritual intensa, envolvida pela força mágica manifestada no coração de 11km de mata atlântica preservada, habitada por uma Deva; um ser não-humano, uma força da natureza, percebido como uma energia feminina amorosa, às vezes, materializando-se, de diferentes formas, para algumas pessoas.

A Praia das Caravelas atrai voluntariamente mestres e líderes espirituais de renome mundial como a escritora Dorothy Maclean e o biólogo, autor da teoria dos campos mórficos, Rupert Sheldrake, ao longo dos anos. E todos são unanimes em afirmar a presença de um ser mágico e um portal de energia poderoso no local.

“Com este livro atendo a um chamado de falar ao mundo sobre a importância de Búzios como um dos portais de amor onde cada ser humano pode encontrar, entre tantos benefícios, o caminho para um novo mundo, também chamado de “código de fogo”, onde não separamos nossas vidas cotidianas da percepção profunda de que somos seres mágicos. ”, explica o autor.

 

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